terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A Arte de Viver Com Um Propósito

Estamos à beira do fim de mais um ano, e no Sótão da Gina fala-se hoje sobre a vida, sobre o que ficou para trás e o que nos espera no próximo ano de 2015, se tivermos em mente a arte de viver com um propósito, um objectivo bem definido.

Em 2014 o que ficou para trás para trás ficou; o que de bom aproveitou será de grande utilidade retirar as ilações de como o conseguiu e beneficiar das lições que aprendeu para que em 2015 a vida lhe seja mais fácil e generosa.

O povo costuma dizer “viver não custa, o que custa é saber viver”, ao que acrescento que custa ainda mais quando se vive com um propósito, sem muito se desviar dele.

Apesar de difícil, a arte de viver com um propósito é sinónimo de um desenvolvimento pessoal muito gratificante dando a sensação de saber o que queremos, porque e para que queremos, quando e para onde vamos, porque na meta final está lá o tal propósito à nossa espera.

A Arte de Viver Com Um Propósito

Nessa arte de viver deve estar a harmonia como estado essencial e discreto, assim como o dom de julgar bem que é o oposto da falta de critério ou escolhas erradas.

Para que a harmonia e o dom de julgar bem seja parte do nosso quotidiano é necessário ter noção de como conseguir ser mestre em algumas virtudes:

- Paciência - essencial para saber lidar com os diferentes tipos e feitios de pessoas.
- Prudência - não confiar em tudo e todos indevidamente sem discretamente questionar.
- Persistência - não desistir à primeira sem analisar e dar uma segunda oportunidade.
- Prazer- tirar prazer do que faz é a troca intelectual mais compensadora.

Assim, seguindo este raciocínio, aqui no Sótão da Gina fazemos votos para que em 2015, com paciência, prudência e persistência tenha todo o prazer e harmonia na arte de viver com um propósito; se por ventura crê que ainda não encontrou o seu propósito, está então na hora da reflexão, porque quando o encontrar vai ver que o prazer será bem maior.


Feliz 2015!

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Como Viver o Natal



Estando a uma semana do Natal a conversa no Sótão da Gina incide em como se vive o Natal no mundo cristão e perguntamo-nos como viver o Natal neste Planeta Terra tão consumista.


Como Viver o Natal

A narrativa histórica do Natal é simples e diz: “Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto para ser recenseada toda a terra. Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria. Todos iam recensear-se, cada qual à sua própria cidade. Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. E, quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria” (Lucas 2,1-7), mas na realidade dos nossos dias quantos de nós celebramos a história do Natal com a importância e simplicidade que a mesma merece?


Como Viver o Natal

A narrativa histórica continua com a visita dos pastores, a aparição dos anjos e o cântico que é mensagem para todos: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados”. A esperança renovada pelo nascimento de Jesus, o filho de Deus, faz redobrar a alegria em todos nós e a vontade de a partilhar é ainda maior que noutras alturas do ano.

Paz e fraternidade são os desejos partilhados, acompanhados de presentes em memória dos que recebeu Jesus pelos pastores e Reis Magos.

No mundo consumista actual, a simplicidade e beleza do Natal é tantas vezes abalada que a narrativa real e simples sobre o nascimento de Jesus é preterida em torno duma festa pagã cheia de exageros em presentes e festas ao longo de todo o mês de Dezembro.

Como Viver o Natal

A vontade geral no Sótão da Gina é de que se regresse ao essencial e simples, colocando Jesus no centro da celebração, dando preferência ao belo que é estarmos e sermos presentes, dar-nos a quem de nós precisa, em torno dos sentimentos nobres e profundos que nos ligam, porque só assim saberemos, verdadeiramente, como viver o Natal da narrativa simbolicamente histórica do dia 25 de Dezembro.

Feliz Natal!

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O Mito das Bebidas “DETOX”

Aproxima-se a quadra do Natal e Ano Novo, tão propícia a exageros alimentares, e vai daí que a conversa no Sótão da Gina começa na importância de evitar os exageros e depois avança para o mito das “tão na moda  - bebidas detox”.

O Mito das Bebidas “DETOX”

Uma alimentação regular, regrada, variada e sem exageros é sem dúvida alguma a resposta para uma vida saudável. Quantas pessoas não têm doenças endócrinas pelo exagero da quantidade de alimentos ou bebidas alcoólicas ingeridos no seu dia-a-dia?  

Já abordámos o tema da alimentação saudável aqui no sótão neste dois artigos que pode ler ou reler sobre Verdades Sobre uma Alimentação Saudável ou Somos o Que Comemos porque é um assunto que nos preocupa e que pretendemos continuar a desmistificar alguns conceitos de moda na alimentação que nos parecem errados. 

Há quem pense que pode seguir comendo em exagero e beber ainda mais bebidas alcoólicas, que as apregoadas bebidas detox farão os milagres necessários para se sentirem bem.

O Mito das Bebidas “DETOX”


Há receitas a correr pela internet à velocidade da luz, proclamando verdadeiros milagres; a maior parte dessas receitas não tem qualquer credibilidade, são levadas de boca-em-boca  como autênticas mezinhas miraculosas, e algumas até podem contribuir para alguns desarranjos intestinais se continuadas. Estas são de maneira geral aquelas a que se misturam vegetais  como bróculos, couve ou salsa para nomear apenas alguns exemplos.


Preparar os seus próprios sumos ou batidos de frutas ou vegetais é algo definitivamente benéfico e deverá ser entendido com o propósito de ingerir alimentos na sua forma mais natural e rica em nutrientes, e não como uma cura para um qualquer alegado mal.



O Mito das Bebidas “DETOX”

Hoje em dia, para quem não tem formação na área da nutrição,  torna-se realmente difícil para o cidadão comum conseguir diferenciar a verdade do mito, porque os negócios das bebidas detox e dos smothies tem proliferado por todo o lado e os sites a proclamar o seu sucesso replicam-se de forma quase desonesta.

A verdade é que um novo nicho de mercado, e bem lucrativo por sinal, é o que está por detrás da rápida ascensão da moda das bebidas detox e smothies.

O Mito das Bebidas “DETOX”
Mas também a bem da verdade, de vez em quando surge alguém altamente credenciado a finalmente desmistificar o mito, e neste caso em concreto o jornal britânico “The Guardian”  publicou há poucos dias este artigo que recomendo vivamente para clarificação e aprofundamento deste tema, mas se porventura o inglês não for idioma que domine, pode ler, ainda que bastante abreviado, o mesmo assunto, no jornal português  O Observador. 

Em Outubro passado, o jornal “The Guardian” havia publicado um artigo muito interessante sobre Edzard Ernst, o cientista e professor de Medicinas Alternativas na Universidade de   Exeter  no Reino Unido, que com rigor e sem papas na língua, é  autor da desmistificação do mito sobre as bebidas detox que pode ler aqui 

O Mito das Bebidas “DETOX”

Aqui no Sótão da Gina, a conversa sobre o mito das bebidas detox deixou-nos com alguma sede e por isso vamos preparar um sumo de cenoura e laranja e bebê-lo de imediato para que não oxide e não perca os seus excelentes nutrientes ricos em vitamina A e C. 


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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A Importância da Transparência

 De vez em quando surgem ocorrências que nos levam a questionar como as sociedades praticam e lidam com a transparência de seus actos de cidadania, e nestes últimos meses em Portugal, têm surgido casos, quase, como que em catadupa, que fazem com que esta conversa no Sótão da Gina se incida sobre a importância da transparência para o bem comum.

A Importância da Transparência

Os casos, os ditos casos que têm surgido e inundado Portugal e arredores, de novas crenças e descrenças em certas pessoas, e ou instituições, não os vamos citar e ficam apenas no segredo das paredes do Sótão da Gina porque são um tanto feios para aparecerem aqui neste espaço de multicores, boas sensações e cheiros agradáveis.  

Falemos e meditemos então, um pouco, sobre a transparência e a sua importância no quotidiano de forma abstracta e no sentido mais lato.

Transparência para que te quero?

Basicamente para não iludir e viver de consciência tranquila e aberta de que os nossos actos não têm nada de perverso e a esconder. Mas mais importante é fazê-lo porque se sente a necessidade de nada esconder e viver uma vida de livro aberto.

Ser e parecer devem ser iguais?

Ser e parecer devem ser definitivamente sempre iguais, se se pauta por uma vida de transparência. De que vale parecer algo que não é, ou dizer que tem algo que afinal nunca teve ou vice-versa?  Alimentar o ego é o único objectivo do ser e parecer diferente, e isso não é compatível com o alimento da alma, por isso, mais tarde ou mais cedo o tal ser e parecer diferente para impressionar, deixam sempre um grande amargo de boca.  

A Importância da Transparência

Se por um lado, há os que aparentam ser ou ter algo que não são por complexo, querendo mostrar quem os rodeia que são mais e têm mais, há outros que fazem o oposto, demonstrando que pouco têm, escondendo dos demais as suas verdadeiras posses ou património, ao mesmo tempo que dão à sociedade um ar de coitados, remediados ou até austeros.

Nem tudo o que parece é?

A má utilização das redes sociais tem ajudado a que esta frase esteja cada vez mais em alta: - nem tudo o que parece é! O que é pena, o que é lamentável, o que é triste, e por aí fora em sinónimos sobre o que é lastimável;  é que na sequência da popularidade que muitas pessoas logram ter nas redes sociais, a  mesma também tem contribuído para que em geral, as sociedades cada vez pratiquem menos a desejada transparência no seu quotidiano, o tal do "ser fiel a si próprio" deixou de fazer sentido para essas pessoas.

Não há fumo sem fogo?

É impossível a não ser que seja imediatamente extinto, mas mesmo assim já ardeu nem que seja apenas um instante. Se nas redes sociais o alimento do ego é talvez o predominante, por vezes também serve para que os que não praticam nem dão qualquer importância à transparência dos seus actos, sejam ridicularizados publicamente quase à velocidade da luz quando são descobertos que andavam a tentar ludibriar o próximo.


A Importância da Transparência

Aqui no Sótão deixamos a dica: - se nunca deu muita importância a esta “coisa” da transparência e a sua importância no seu quotidiano, pense melhor no assunto; se  está presente numa rede social a partilhar tudo e mais alguma coisa que não corresponde à realidade da sua vida, então pense a dobrar porque é mesmo “importante” dar importância à transparência na vida de qualquer um de nós.
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